O que era pra ser só uma candidatura tapa-buraco, está se tornando uma grande dor de cabeça para o governador Ronaldo Caiado (UB). A guerra entre Eerizania Freitas (UB) e o prefeito de Anápolis Márcio Corrêa (PL) parece não ter data e nem hora para acabar.
É certo que Corrêa errou primeiro. Usar a máquina pública para punir uma adversária eleitoral não é nada aconselhável, ainda mais neste caso, onde o principal afetado é o Governador.
Mas e ela? Freitas é servidora concursada da prefeitura de Anápolis, mais especificamente, professora da rede municipal, cargo este, que ela quase não exerceu em seu tempo de vida pública.
A ex-candidata, passou quase toda carreira ocupando cargos de confiança, em secretarias ligadas a educação e ao social.
Defensora ferrenha das causas docentes, Eerizania tem esperneado para não voltar ao chão da sala de aula, usando tudo que tem politicamente para dar área de Anápolis, já que aqui, o ambiente anda meio pesado para ela.
De perfil falante e eloquente, desta vez Freitas se mantém em profundo silêncio, enquanto assiste a seus colegas de partido, Sandro Mabel (UB) e Ronaldo Caiado (UB) passarem por um inédito vexame público, recebendo um “não” atrás de outro “não” advindos do valente prefeito Márcio Corrêa.
Enquanto por aqui os imediatos do prefeito colocam mais lenha na fogueira que está fritando Freitas, Caiado já deve estar sobrepensando até que ponto vale a pena se indispor com Corrêa por ela.
Lembremo-nos: 2026 vem aí, e Anápolis vale ouro nas urnas.